quinta-feira, 26 de julho de 2012

PEDRA NA VESÍCULA

Este método foi retirado do livro "A cura para todas as enfermidades", da Dra. Hulda Clark.

Eis alguns sintomas de quem tem problemas na vesícula ou no fígado:
Dificuldade para digerir comidas oleosas.
Sono e/ou peso após as refeições com comidas que contêm gordura (carne, pequi, fritura, cozidos com óleo, abacate, etc.).
Mau humor e irritabilidade frequentes.
Manutenção de uma alta taxa de glóbulos brancos (os leucócitos, entre eles os eritrócitos, linfócitos e neutrófilos).
Febre interna frequente.
Sistema imunológico deficiente contra infecções.
Baixa capacidade de proteção do corpo.
Retorno de sintomas de doenças.

A limpeza é recomendada para casos clínicos hepáticos envolvendo o fígado ou a vesícula, fígado "gordo", síndrome do intestino irritado, inflamação dos intestinos, colite, intolerância a alimentos, dificuldades digestivas e outros relacionados ao sistema digestivo inferior. É comum muitas pessoas, incluindo crianças, terem pequenas pedras nos finos dutos do fígado e também armazenadas na vesícula. Algumas desenvolvem alergias ou reações na pele e outras não apresentam quaisquer sintomas. Quando a vesícula é examinada com raio-X ou outros aparelhos nada é visto, pois na maioria das vezes essas pedras não estão na vesícula e também porque os equipamentos não conseguem detectar corpos muito pequenos ou que não sejam compostos de cálcio. Existem mais de meia dúzia de variedades de pedras biliares, e a maioria tem cristais de colesterol como núcleo. No núcleo de cada pedra há um aglomerado de bactérias, de acordo com cientistas. Com as pedras se acumulando nos dutos, a pressão anterior no fígado se eleva e faz com que ele entregue menos bile e com que possa haver vazamento de bilirrubina para a corrente sanguínea. Com menos bile sendo entregue aos intestinos, menos colesterol deixa o corpo e os níveis de colesterol passam a se elevar bastante. Além disso, essas pedras são porosas e as bactérias, vírus e parasitas que passam normalmente pelo fígado podem se aderir às paredes das pedras, formando focos de infecção interna que fornecem ininterruptamente microorganismos nocivos ao corpo. Nenhuma infecção estomacal como úlceras ou inchaço intestinal pode ser totalmente curada sem remover essas pedras do fígado. Para melhores resultados e para evitar um mal-estar após o processo, recomenda-se fazer antes a limpeza de parasitas seguida da limpeza dos rins e tratamento de cáries. Independentemente da limpeza dos rins é importante beber bastante água e suco para que todas as toxinas possam ser expelidas (Dra. Clark recomenda as demais limpezas para um processo integral, mas elas não são pré-requisitos desta).

SEGURANÇA DA LIMPEZA
Esta limpeza é muito segura. A Dra. Hulda Clark se baseou em mais de 500 casos, incluindo pessoas de mais de 70, 80 anos. Nenhuma teve que ir ao hospital ou relatou dores. Mas pode-se sentir um mal-estar por um ou dois dias após a limpeza, embora em cada um destes casos a limpeza de parasitas foi negligenciada. Após a limpeza de pedras da vesícula e do fígado são esperados os seguintes resultados:

Desaparecimento de crises hepáticas.
Desaparecimento de alergias, dores nos ombros, nas partes superiores dos braços e nas costas, a cada limpeza.
Aumento da energia para o dia a dia.
Melhora da digestão.
Melhora da saúde como um todo, já que a boa digestão é a base da boa saúde.


PREPARAÇÃO PARA A LIMPEZA
Sal-amargo (ou sulfato de magnésio, sal de epsom ou MgSO4 + 7H2O) - 4 colheres de sopa (60 g)
Água mineral (ou água pura) - 3 copos (750 ml)
Azeite de oliva (extravirgem, primeira pressão a frio) - ½ copo (125 ml)
Limão fresco (qualquer tipo de limão, de preferência orgânico, ou grapefruit) - de 2 a 4 grandes (o suficiente para encher 2/3 de copo com suco, uns 180 ml)
Canudo para ajudar a tomar o óleo.

Observação: É melhor lavar os limões antes duas vezes com água quente e secá-los a cada vez.


Escolha um dia como sábado para a limpeza para descansar no dia seguinte. Não tome qualquer remédio, vitaminas ou pílulas sem os quais você possa ficar, pois eles podem atrapalhar o processo de limpeza. Se estiver fazendo a limpeza de parasitas, pare 1 dia antes. É importante salientar que não se aconselha fazer a limpeza enquanto o estado de enfermidade estiver muito agudo.


PARTE 1 – CAFÉ DA MANHÃ
Sugestões: chás (menos de mate, preto, chocolate e café), evite ingerir pães (nem bolo nem biscoito, porque contêm óleo), sucos de vegetais, de verduras ou legumes e mel. Isso fará com que a bile se acumule e aumente a pressão anterior (atrás), o que favorece a limpeza porque mais pressão significa empurrar mais pedras para fora. Também mais bile descerá à vesícula e nela se acumulará.


PARTE 2 – ALMOÇO
Faça uma comida leve, livre de qualquer gordura – não coma leite, coalhada, ovos, carnes (por causa do colesterol), azeite, manteiga, queijos, margarinas, abacate, patês, requeijão, castanhas, nozes, amêndoas, etc. – e evite proteínas e produtos que contenham cafeína (café, chá, etc.). Sugestão: a mesma acima.


PARTE 3 – PAUSA DE INGESTÃO
Às 14 horas pare de comer ou beber. Se você quebrar esta regra poderá se sentir muito mal mais tarde. Prepare nessa hora o sal-amargo :


Misture bem quatro colheres de sopa de sal-amargo (todo o recomendado) e os três copos de água (750 ml) em uma jarra. Distribua todo o conteúdo em 4 copos e coloque na geladeira.
Nota: Você pode acrescentar vitamina C em pó à água ou substituir a água por suco puro de limão, de maçã ou de grapefruit para melhorar o gosto.


PARTE 4 – PRIMEIRO COPO
Às 18 horas, beba o copo 1 da mistura de sal-amargo que está na geladeira. Você pode bochechar com alguns goles de água após beber o sal-amargo para lavar a boca. Se já não estiverem, deixe os limões (ou grapefruit) e o azeite fora da geladeira para ficarem à temperatura ambiente.


IMPORTANTE: Você pode ir ao banheiro a qualquer hora que tiver vontade, menos durante o repouso (após beber o óleo com limão).


PARTE 5 – SEGUNDO COPO
Às 20 horas, beba o copo 2 da mistura de sal-amargo que está na geladeira. Você pode bochechar com alguns goles de água após beber o sal-amargo para lavar a boca. Mesmo não tendo comido desde as 14 horas, você não sentirá fome. Já é hora de se preparar para dormir. Coloque tudo o que você precisa por perto porque o tempo com que os próximos passos são executados é fundamental para o sucesso da limpeza.


PARTE 6 – PREPARANDO O COPO DE ÓLEO E LIMÃO
Às 21h45 ou um pouco antes, separe meio copo de azeite de oliva (125 ml) e esprema os limões (ou grapefruit) até encher ¾ de outro copo, removendo a polpa com um garfo ou passando por uma peneira ou coador. Deve restar pelo menos ½ copo. Misture o suco espremido com o azeite. Coloque em uma jarra ou recipiente fechado (ou no liquidificador ou mixer de mão), tampe e chacoalhe bastante para misturar bem. Note que só o suco de grapefruit permite que a mistura fique homogênea. Portanto, talvez seja preciso mexer bem antes de beber a mistura. Agora vá ao banheiro uma ou mais vezes, mesmo que atrase a hora de tomar o óleo (às 22h), mas não passe mais de quinze minutos das 22 horas.


PARTE 7 – BEBENDO O ÓLEO
Às 22 horas, tome toda a mistura de óleo e limão.


ATENÇÃO: Você deve beber o óleo estando em pé, não deitado.


Dicas para beber o óleo


Se tiver dificuldade para beber o azeite com limão (e terá que beber até a última gota), use alguns artifícios: bata no liquidificador ou mixer de mão para misturar bem; use um canudo para evitar que o líquido passe pelas papilas gustativas; tome mais devagar (não passe de 5 minutos para tomar tudo; pessoas mais idosas ou doentes podem estender até 15 minutos); alterne alguns goles com um pouco de mel.


IMPORTANTE: Não vá ao banheiro durante o repouso (até 1 hora e meia após beber o óleo com limão).


Deite-se imediatamente após beber o óleo. O quanto antes você deitar mais pedras sairão. Ao terminar de beber, dirija-se para a cama e deite na posição de costas (de barriga para cima) e com a cabeça no travesseiro. Se não fizer isso poderá não expelir as pedras. Portanto, esqueça a cozinha e atenha-se ao dormir. Tente pensar sobre o que está acontecendo no fígado. Você poderá sentir as pedras caminhando pelos dutos biliares, mas sem dor porque as válvulas da vesícula e dos dutos biliares estarão abertas, graças ao sal-amargo.


Tente ficar completamente parado na mesma posição (de costas) pelo menos por 1 hora (melhor se forem 2 horas imóvel). Esvaziar a mente e dormir é o melhor a fazer agora.


PARTE 8 – O DIA SEGUINTE E O TERCEIRO COPO
Ao despertar, tome o copo 3 de sal-amargo, mas não antes das 6 horas da manhã. Se você tiver alguma indigestão ou náusea ao acordar, aguarde até que passe, antes de beber. Depois de beber, pode voltar para a cama.


PARTE 9 – QUARTO E ÚLTIMO COPO
Duas horas depois de tomar o terceiro, beba o copo 4 do sal-amargo. Se quiser, volte para a cama.


PARTE 10 – COMER
Duas horas depois da última dose de sal-amargo, pode comer novamente. Comece com suco de frutas ou um copo de clorofila. Depois de 2 horas, pode comer comida normal, mas prefira alimentos leves, de fácil digestão e com pouco ou nenhum tempero (principalmente condimentos). Você deverá se sentir restabelecido ao fim da tarde.


Nota: Alimentos bem leves são aconselháveis durante este dia. Afinal, quase todo o percurso dos intestinos (uns 5 a 7 metros) terá se esvaziado durante a limpeza.


COMO SABER SE A LIMPEZA DEU RESULTADO?
Espere por uma leve diarréia logo pela manha (talvez não imediatamente após acordar). Ela é necessária para que as pedras que desceram da vesícula possam ser expelidas para fora do corpo.


Pode-se usar uma lanterna para ver as pedras no vaso. Procure pela esverdeada, pois ela é prova de pedra biliar genuína - e não resíduos de comida. Só a bile do fígado é verde como uma ervilha. O verde pode estar bem claro ou mais escuro (pedras formadas há mais tempo).


Se quiser ver melhor as pedras, coloque algum tipo de peneira de furos maiores (grossa) no vaso (acima da água). A diarréia fará com que as fezes passem diluídas pelos furos e as pedras ficarão na peneira.


MAS É IMPORTANTE NÃO HAVER CONTATO COM AS FEZES PARA NÃO OCORRER NENHUMA CONTAMINAÇÃO! USE A PENEIRA SOMENTE SE TIVER CURIOSIDADE.


O melhor é visualizar e descartar o quanto antes, pois as pedras geralmente estão contaminadas por bactérias, microorganismos nocivos e até vermes. Não adianta usar luvas ou "proteção" porque alguns são menores que os poros da luva e entram novamente no organismo pela pele.


Geralmente, para que a pessoa se livre completamente de alergias, bursite e dores na parte superior das costas, cerca de 2 mil pedras terão que ser expelidas. Mas esse número de pedras é o resultado da soma de algumas limpezas seguidas. A primeira limpeza talvez livre a pessoa de alguns sintomas por poucos dias, mas assim que as pedras da parte anterior do fígado começarem a descer para frente os sintomas retornam.


Pode-se repetir a limpeza com intervalos de 2 semanas, pelo menos (sugerimos 20 dias a 1 mês). Nunca faça a limpeza quando estiver doente.


São esperadas de 50 a 200 pedras ou cristais por evacuação.


Este procedimento contradiz vários pontos de vista médico. Acredita-se que as pedras biliares são formadas na vesícula biliar, não no fígado. Pensa-se que são algumas e não milhares. Os médicos não as ligam às dores além daquelas que atingem a vesícula. E é fácil compreender isso: quando a dor aguda aparece, várias pedras já estão na vesícula e são grandes e suficientemente calcificadas para serem vistas nos raios-X e, claro, já causaram inflamações lá. Quando a vesícula é retirada, as dores se vão, mas outros sintomas, como bursite e outras dores e problemas digestivos, continuam.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

UNHA DE GATO
Uncaria tomentosa.

A Uncaria tomentosa, popularmente conhecida como Unha-de-gato, é uma planta do tipo trepadeira, nativa da Floresta Amazônica e regiões tropicais da América do Sul e América Central, principalmente na Amazônia Peruana. Possui esse nome devido aos seus espinhos que lembram unhas de gato, podendo chegar até 30m de altura, usando esses espinhos para se apoiar e subir através de árvores mais altas. Existem duas espécies de Unha-de-gato, a Uncaria tomentosa e a Uncaria guianensis sendo a primeira a mais utilizada para fins medicinais e terapêuticos. Relatos indicam que tribos indígenas da região da Floresta Amazônica vêm utilizando a Unha-de-gato como planta medicinal há pelo menos 2.000 anos, principalmente para tratar problemas gastrointestinais, úlceras, disenterias, asma, artrite, reumatismo e como agente antiinflamatório do trato urinario e purificador dos rins. Atualmente existem inúmeros efeitos terapêuticos atribuídos à Unha-de-gato, dentre eles destacam-se eficácia no tratamento de desordens do estômago e intestino, e pesquisas demonstrando os efeitos benéficos da Unha-de-gato como tratamento auxiliar para a AIDS. Existem também estudos relacionando a Unha-de-gato como possível auxiliar no tratamento de certos tipos de câncer.
As propriedades medicinais da unha-de-gato (Uncaria tomentosa) vêm surpreendendo o meio científico a cada dia. Em 1995, essa selvagem planta peruana foi de grande importância no tratamento das vítimas do acidente nuclear ocorrido em Chernobil, na Ucrânia. Atualmente, a unha-de-gato está sendo estudada no tratamento de doenças como o câncer e a Aids, em razão de seu poder modulador do sistema imunológico. Em pesquisas recentes se verificou que a atividade imunomoduladora esta centrada através da estimulação do processo facocitário. Chegou-se a conclusão que após realizar os testes dos granulócitos, o qual permite avaliar a atividade defensiva dos globulos brancos do sangue, assim como por técnicas de quimioluminiscência que mede o grau de fagocitose dos leucócitos por meio de multiplicadores de luz. Em ambos os estudos o alcalóide isopteropodina possui a mais alta atividade fagocítica, seguido pela isomitrafilina. Também se observou um aumento substâncial no numero de monócitos (quase 50% em uma semana de tratamento). Os granulócitos aumentaram aproximadamente 60% neste mesmo período o seu poder fagocitário. Recentemente estudos realizados na Alemanha comprovaram também que um grupo de pacientes tratados com quimioterapia, citostáticos e Uncaria tomentosa de forma conjunta apresentaram melhor prognóstico de acordo com a evolução clínica observada em relação a outro grupo de enfermos que somente haviam recebidos quimioterapia e citostáticos (Diehl, 1993).
Entre seus constituintes podemos destacar:acetoxidihidronomilina, ácido alfa-trihidroxi-ursenóico, carboxistrictosidina, ácido acetiluncárico, ácido adípico, alcalóides (especiofilina (uncarina D), isomitrafilina, isopteropodina (unicarina E), mitrafilina, pteropodina (unicarina C), uncarina F, rincofilina), aloisopteropodina, alopteropodina, angustina, campesterol, carboxistrictosidina, catecol, D-catechina, DL-catecol, ácido catecutânico, beta-sitosterol, corinanteína, corinoxeína, dihidrocorinanteína, óxido-n-dihidrocorinanteína, dihidrogambirtanino, ácido elágico, L-epicatecol, epicatechina, estigmasterol, ácido gálico, hanadamina, hirsutina, hirsuteína, óxido-n-hirsutina, hiperina, 3-iso-19-epi-ajmalicina, isocorinozeína, isorrincofilina, óxido-n-isorrinchofilina, isorotundifolina, ácido cetouncárico, 11-metoxiohimbina, ácido oleanólico, ourouparina, oxogambirtanino, ácido quinóvico, rotundifolina, uncarina, ácido ursólico

Lembramos que as informações aqui contidas, terão apenas finalidade informativa.


Ari Soares da Trindade: Psicanalista Clínico, Hipnoterapeuta, Especialista em plantas medicinais



terça-feira, 10 de janeiro de 2012


XAXIM
Dicksonia Sellowiana
O xaxim ou samambaiaçu é uma planta de tronco fibroso e espesso, suas folhas são bastante grandes e surgem no topo do tronco, diferentemente das outras samambaias. É resistente ao frio e apresenta crescimento muito lento, no entanto, é uma planta grande, chegando a 4 metros de altura. Devido ao seu diferencial, sua utilização no paisagismo é muito interesante e de uma beleza particular. Além de sua beleza singular, serve de suporte e substrato para as mais diversas plantas epífitas, como orquídeas, bromélias e outras samambaias. Por ter sido explorado para estes fins, sem o devido reflorestamento, hoje o xaxim é uma planta em risco de extinção.
Planta utilizada principalmente para fins ornamentais e também na medicina caseira para aliviar males respiratórios como asma, bronquite, tosse, vermes e dores reumáticas, possui pouca divulgação devido a falta do produto no mercado, pois a parte utilizada da planta, normalmente as folhas possui lenta produção além da escasses da planta. Ultimamente um grupo de pesquisadores do Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, do Setor de Ciências Agrárias da UFPR, vem desenvolvendo em laboratório, técnicas que possibilitam a produção de xaxim para auxiliar no tratamento da asma e desta forma auxiliar no manejo sustentável da espécie. A principal descoberta relacionada ao xaxim, vem de um pesquisador que inconformado com a morte do pai em uma crise de asma, passou a dedicar-se em pesquisar algum produto que fosse eficiente no tratamento da asma. Elzo ferreira era estudante de Administração quando teve os primeiros contatos com a descoberta de que a planta possuia princípios ativos na folha que aliviavam os males respiratórios; porém as limitações da área de administração o fez prestar vestibular para farmácia, onde foi aprovado e desta forma pôde fazer com que suas evidências ganhassem status de pesquisa.
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas. Em indivíduos susceptíveis esta inflamação causa episódios recorrentes de tosse, chiado, aperto no peito, e dificuldade para respirar. A inflamação torna as vias aéreas sensíveis a estímulos tais como alérgenos, irritantes químicos, fumaça de cigarro, ar frio ou exercícios. De acordo com dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), A asma acomete cerca de 10% da população mundial. No Brasil, estima-se que 18 milhões de pessoas tenham a doença sendo que mais da metade delas não se trata como deveria e menos de 3% dos casos são controlados. No Sistema Único de Saúde, a asma é a responsável por 350 mil internações hospitalares por ano. Nos Estudos pré-clínicos, realizados comprovou-se a inibição da inflamação alcançou 93,6% de êxito nos camundongos, enquanto 90,3% tiveram respostas satisfatórias para a dor neurogênica, que são as duas manifestações primárias e mais criticas da asma. Também não foi constatada toxicidade nem letalidade com uso da planta. Alem disso, a substância se apresentou como antiinflamatório, antibiótico e analgésico eficazes. Os resultados dos testes foram apresentados em um congresso farmacêutico em dezembro de 2004 em Bruxelas, na Bélgica. A expectativa de tratamento com extratos do xaxim proporciona um tratamento de curta duração com um prazo máximo de 180 dias onde à pessoa não sofre efeitos colaterais. As dosagens de até 600 mg, quando aplicadas nos animais não produziram nenhum efeito adverso”, explica Ferreira. Já com a fase pré-clinica concluída, a pesquisa estendeu-se para 1.600 voluntários brasileiros, norte americanos, europeus e japoneses, que receberam as cápsulas de onde se obteve 98,5% de êxito, com aplicação de dosagem de 3mg. O processo de comprovação encontra-se em fase bem adiantada e é possível que em pouco tempo, já consigamos comprar medicamentos à base do xaxim.




Lembramos que as informações aqui contidas, terão apenas finalidade informativa.
Casa dos Chás
Dr. Ari Soares da Trindade: Psicanalista Clínico, Hipnoterapeuta, Especialista em plantas medicinais
Rua Domingos Cordeiro, 871 – FONE: 3032-2077

PLANTAS MEDICINAIS

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